http://www.facebook.com/profile.php?id=100002596731675&ref=tn_tnmn

ESF POP RUA
Mostrando postagens com marcador Unicef. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Unicef. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de março de 2013

Brasileiro deveria tomar menos banhos e lavar mais as mãos, diz especialista



A pior consequência da diarreia é a desidratação, que pode ser grave tanto em crianças quanto em idosos, informou o pediatra e mestre em infectologia pediátrica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Edimilson Vigotski.

"Sobretudo as crianças são as mais afetadas, porque têm um comportamento que permite o acesso ao agente infeccioso, quando, por exemplo, põem a mão na boca, no chão, e têm menos noção de higiene", explica. Além disso, diz o médico, esse grupo pode apresentar o problema com maior frequência e, quando adoece, tem mais probabilidade de uma complicação que pode levar à morte.

Para o pediatra, "o brasileiro deveria tomar menos banhos e lavar mais as mãos". Segundo ele, a prática contribuiria para evitar doenças como conjuntivites, gripes e resfriados. O médico alerta os pais para os sintomas da diarreia como boca seca, lábios rachados, confusão mental e diminuição da urina, além da evacuação mais pastosa ou até mesmo líquida.

De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a diarreia é a segunda maior causa de morte entre menores de cinco anos de idade. A Pastoral da Criança, que atua nas comunidades mais pobres do país, confirma as consequências da falta de saneamento básico para a saúde das pessoas. Nessas áreas os cuidados devem ser redobrados e os resultados aparecem. Dados de 2012 mostram que de 1,4 milhão de crianças acompanhadas pela entidade, apenas 5,3% tiveram diarreia.

O gestor de Relações Institucionais da Pastoral da Criança, Clóvis Boufleur, defende o uso do soro caseiro como medida simples que faz a diferença para tratar o problema. Ele ressalta que, apesar de as unidades básicas de Saúde distribuírem envelopes do produto, o domínio da técnica do soro caseiro dá autonomia para a família até que ela busque auxílio médico.

"O soro caseiro precisa de um punhado de açúcar, uma pitada de sal e um copo de água. A criança deve tomar aos poucos ao longo do dia, assim ela vai repor o líquido no organismo". Segundo Boufler, outra forma de prevenir a diarreia é o hábito de lavar as mãos.

Enquanto não há saneamento básico nas localidades, o pediatra reforça que os pais devem manter as crianças longe do esgoto e da água acumulada pelas chuvas e dar prioridade ao consumo de água potável ou fervida. O pediatra lembra que o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de vida é outra ação que diminui a chance de a criança ter complicações por causa da diarreia.

FONTE: Agência Brasil - Brasília 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Unicef abre debate sobre habilidades das pessoas com deficiência

 

Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) vai selecionar vídeos produzidos por crianças, adolescentes e jovens de até 25 anos sobre o tema deficiência. O vencedor do concurso Tem a ver com habilidade! será usado no lançamento, em maio, do relatório Situação Mundial da Infância 2013: crianças com deficiência. Pela primeira vez, o documento, apresentado anualmente, abordará esse assunto.

De acordo com o escritório do Unicef no Brasil, os interessados devem enviar os filmes até o dia 15 deste mês para a sede do Fundo, em Nova Iorque. Os filmes podem ser de qualquer gênero – drama, comédia, documentário, ter duração de um minuto, tratar de experiências pessoais, dos direitos das pessoas com deficiência, além dos desafios que enfrentam
.
Não há obrigatoriedade de idioma, mas, caso os filmes não sejam em inglês, devem estar acompanhados da transcrição do texto ou ser legendados. A análise caberá a um painel global, formado por comunicadores e jovens. O responsável pela obra vencedora será premiado com uma filmadora. O regulamento do concurso pode ser conferido no site do Unicef.

Iniciativas como essa, destinadas a valorizar as habilidades e potencialidades das pessoas com deficiência em vez de evidenciar suas limitações, são fundamentais para a consolidação da inclusão, no entendimento da professora Maria Izabel Tafuri, do Departamento de Psicologia Clínica da Universidade de Brasília (UnB). Ela enfatizou que crianças, com ou sem deficiência, devem ter assegurado o direito ao pleno desenvolvimento físico e emocional.

“Muitas vezes, essas crianças são olhadas com pena e não pode ser assim. Devem ser identificadas as características que permitem que elas se desenvolvam na sociedade por suas habilidades, que são individuais”, disse.

“Geralmente a inclusão é entendida como o processo de colocar para dentro quem é considerado diferente, mas não é só isso. Trata-se de um esforço de combate ao preconceito que vivenciamos ao longo da vida, porque a maioria dos adultos de hoje não teve oportunidade e não aprendeu a conviver com pessoas com deficiência quando crianças e não estão prontos para a diversidade”, acrescentou.

A professora da UnB também enfatizou que a família tem papel fundamental nesse processo, porque é ela que “vai ter que estar preparada” para enfrentar e dar suporte a essas crianças, quando se depararem com situações capazes de prejudicar o pleno desenvolvimento do seu potencial.

A presidenta do Centro de Apoio a Mães de Portadores de Eficiência (Campe), que atua há 10 anos no apoio a famílias cearenses cujos filhos tenham algum tipo de deficiência, Keila Chavez, ressaltou que todas as crianças, qualquer que seja sua condição, têm aptidões, sonhos e anseios. Segundo ela, as famílias devem se esforçar para identificá-los e estimular seu desenvolvimento.

Como exemplo, ela citou o caso de seu filho, David Chaves, 16 anos. Com uma síndrome ainda não identificada pelos médicos, ele tem comprometimento intelectual e motor. Mesmo sem falar ou escrever, não deixa dúvidas sobre um sonho pessoal: envolver-se na atividade circense.

“Ele é muito divertido e, principalmente quando chega visita aqui em casa, gosta de se exibir, com malabarismos e equilibrando-se nos móveis e na rede. Na cadeira de balanço, por exemplo, ele fica bastante tempo testando em que ponto, com o peso do corpo, ela para de se mover”, disse.
Dados do Censo 2010 mostram que o Brasil tem mais de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência: quase um quarto da população.
 

terça-feira, 16 de outubro de 2012

MS mobiliza população para higienização das mãos



CONSCIENTIZAÇÃO


Para comemorar o dia mundial, foram instalados lavatórios na entrada do Ministério para ensinar a forma correta de se higienizar as mãos e prevenir doenças
Pode parecer banal, mas a simples lavagem correta das mãos ajuda o Brasil a economizar, anualmente, US$ 12 bilhões. Este é o valor gasto todo o ano no país com doenças causadas por vírus e bactérias. E, para conscientizar a população sobre como um ato simples e barato pode evitar a contaminação de muitas doenças, o Ministério da Saúde instalou nesta terça-feira (16), um lavatório na entrada do edifício sede e outro no edifício anexo. Alguns técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estarão disponíveis durante todo o dia para instruir, tirar dúvidas e demonstrar a forma correta de lavagem das mãos.
A data é uma iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), conta com o apoio do Ministério da Saúde. De acordo com a Unicef e a Organização Mundial de Saúde (OMS), a lavagem das mãos com sabonete pode reduzir infecções diarreicas em até 40%. Para isso, a lavagem deve ser feita no mínimo, em cinco momentos quando as pessoas ficam mais expostas à contaminação: antes do café da manhã, do almoço e do jantar, logo após usar o banheiro e ao chegar em casa. A iniciativa conta ainda com a parceria da Lifebuoy, empresa de sabonetes antibacterianos.
PREVENÇÃO BARATA - A pesquisa inédita sobre o “Custo das Doenças do Dia a Dia”, feita em parceria com a Escola de Higiene Tropical de Londres, revela que uma família brasileira gasta, em média, R$ 1.151,55 por ano com episódios de doença que são causadas por vírus e bactérias. Considerando a população do Brasil, esse valor é equivalente a US$ 12 bilhões por ano. O estudo, realizado pela primeira vez, aponta os prejuízos econômicos e sociais causados por enfermidades que poderiam ser evitadas com o simples hábito de lavar as mãos.
As doenças com maior frequência detectadas na pesquisa são: respiratórias com 33,3%, diarreias com 11,8% e infecções de pele com 7,4%. Apesar da maior incidência de doenças respiratórias, o tipo de enfermidade que mais gera despesas para tratamento são as infecções de pele, com custo de R$ 116,32 por episódio. Já a gripe é a doença de maior incidência no Brasil, independente da época do ano.
Durante dois meses de apuração, foi constatado que 52,5 % das famílias brasileiras apresentaram pelo menos um surto de infecção. Porém, este número sobe para 74,2% quando analisado entre crianças de cinco a quinze anos de idade.
No custo que as famílias têm com doenças do dia a dia estão incluídos valores diretos, como hospital, medicamento, viagem para receber o tratamento e alojamento, quanto valores indiretos que implicam nos dias de escola ou trabalho perdidos pelo paciente ou por seus acompanhantes que dão o cuidado. Somando todos estes fatores, o custo familiar para tratamento dessas doenças equivale a mais de 10 semanas de compras em supermercado, por exemplo.
Além disso, há a perda de produtividade. Uma criança brasileira perde, em média, três dias de aula a cada episódio de doença, enquanto o adulto que cuida do enfermo também falta ao trabalho na mesma proporção.

Segundo o estudo, apenas 4,37% das mães entrevistadas reconheceram o sabonete entre os meios de prevenção de doenças causadas por germes e bactérias. Dois terços das mães pesquisadas se sentem impotentes para evitar que seus filhos adoeçam.

sábado, 1 de setembro de 2012

UNICEF e Ministério da Saúde mencionam a ESF POP RUA no livro Tecendo Redes


O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Ministério da Saúde – Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais e Secretaria de Vigilância em Saúde lançaram no dia  29 de Agosto de 2012 o livro “Tecendo Redes – Uma Experiência de Prevenção de DST/Aids. Construído em rede, a publicação conta com a sugestão de crianças e adolescentes que escolheram os temas, cantaram  suas próprias músicas e  compartilharam sonhos e desenhos.
 Retratados nas aulas de capoeira, informática, discotecagem e em diversas atividades artísticas que fizeram parte da metodologia de arte-educação do projeto piloto, esses meninos e meninas foram protagonistas tanto no projeto quanto na publicação e mais uma vez fizeram com que suas histórias não passassem em branco.

Nesta edição, as páginas 64 e 65 mencionam a Estratégia Saúde da Família População de Rua do Rio de Janeiro como uma estratégia transversal, o que permite o trabalho integrando equipes de saúde básica, mental e bucal, a tríade que contempla todos os serviços em saúde para assistência efetiva de crianças e adolescentes em situação de rua.
Gerente Laila Louzada e o livro "Tecendo redes"

Lançamento do Livro

Capa do Livro "Tecendo Redes"